Manchas de acne: por que elas aparecem e quais tratamentos realmente funcionam?

DESCUBRA POR QUE SURGEM AS MANCHAS DE ACNE, COMO DIFERENCIÁ-LAS DAS CICATRIZES E QUAIS TRATAMENTOS DERMATOLÓGICOS OFERECEM OS MELHORES RESULTADOS.

Manchas de acne: por que elas aparecem e como recuperar uma pele uniforme?

Curitiba, Agosto de 2026

As manchas deixadas pela acne estão entre as principais queixas nos consultórios de dermatologia.

Mesmo após o controle das espinhas, muitas pessoas continuam convivendo com marcas persistentes que afetam a autoestima e fazem parecer que a acne ainda está ativa.

A boa notícia é que, na maioria dos casos, essas manchas podem ser tratadas com excelentes resultados quando há um diagnóstico preciso e um plano individualizado.

Segundo a Dra. Dayana Thá, dermatologista da Clínica Thá:

“É muito comum que o paciente acredite que ainda tem acne, quando na verdade o que permanece são as manchas deixadas pelo processo inflamatório. Identificar corretamente o tipo de marca é o primeiro passo para indicar o tratamento mais eficaz.”

O que são as manchas de acne?

As manchas de acne são alterações na coloração da pele que surgem após a inflamação provocada
pelas espinhas.

Durante o processo inflamatório, ocorre uma resposta natural do organismo que pode estimular ou reduzir a produção de melanina, além de provocar alterações vasculares locais.

Por isso, as manchas podem apresentar diferentes tonalidades e características.

Elas são diferentes das cicatrizes, que representam uma alteração estrutural da pele causada pela perda ou pelo excesso de colágeno.

Segundo o Dr. Gustavo Thá, dermatologista da clinica Thá, professor da residência em dermatologia, coordenador do ambulatório de cicatrizes e palestrante sobre o tema:

“É fundamental diferenciar manchas de cicatrizes. Enquanto as manchas representam alterações de pigmentação, as cicatrizes envolvem modificações na arquitetura da pele e exigem estratégias de tratamento diferentes.”

Quais tipos de manchas podem surgir após a acne?

Hiperpigmentação pós-inflamatória.

É o tipo mais comum.

Após a inflamação da espinha, ocorre aumento da produção de melanina, formando manchas
acastanhadas.

São mais frequentes em pessoas com fototipos médios e altos.
Sem tratamento, podem permanecer por meses ou até anos.

 

Eritema pós-inflamatório.

Em pessoas de pele mais clara, é comum surgirem manchas avermelhadas.

Nesse caso, o problema não está relacionado à melanina, mas à dilatação dos pequenos vasos sanguíneos provocada pela inflamação.

Esse detalhe é extremamente importante, pois muda completamente o tratamento indicado.

Segundo a Dra. Dayana Thá:

“Nem toda mancha escura responde ao mesmo tratamento, e nem toda marca vermelha precisa de
despigmentantes. Um diagnóstico correto evita tratamentos ineficazes e acelera os resultados.”

Por que algumas pessoas ficam com manchas e outras não?

Diversos fatores influenciam esse processo:

• intensidade da inflamação;
• manipulação das espinhas;
• predisposição genética;
• exposição solar;
• fototipo da pele;
• demora para iniciar o tratamento da acne.

Segundo o Dr. Gustavo Thá, dermatologista da clinica Thá, professor da residência em dermatologia, coordenador do ambulatório de cicatrizes e palestrante sobre o tema:

“Quanto maior a inflamação e quanto mais o paciente manipula as lesões, maior tende a ser o risco de desenvolver manchas persistentes. Tratar a acne precocemente também significa prevenir marcas futuras.”

Espremer espinhas realmente piora

Sim.

Manipular as lesões aumenta a inflamação local, favorece infecções secundárias e pode intensificar tanto as manchas quanto as cicatrizes.

Além disso, o trauma mecânico prolonga o processo inflamatório, aumentando o tempo necessário para recuperação da pele.

Segundo a Dra. Dayana Thá:

“Muitas cicatrizes e manchas poderiam ser evitadas se a acne fosse tratada adequadamente e as
lesões não fossem manipuladas.”

O protetor solar faz diferença?

Sem dúvida.

A radiação ultravioleta estimula ainda mais a produção de melanina, tornando as manchas mais
escuras e prolongando sua permanência.

O uso diário de protetor solar é considerado uma das medidas mais importantes durante o tratamento.

Segundo o Dr. Gustavo Thá, dermatologista da clinica Thá, professor da residência em dermatologia, coordenador do ambulatório de cicatrizes e palestrante sobre o tema:

“Nenhum tratamento para manchas alcança seu potencial máximo sem uma fotoproteção adequada. O protetor solar faz parte do tratamento, não apenas da prevenção.”

É possível prevenir?

Sim.

As principais medidas incluem:

• tratar a acne precocemente;
• evitar manipular espinhas;
• utilizar protetor solar diariamente;
• seguir corretamente o tratamento prescrito;
• procurar avaliação dermatológica antes que a inflamação se torne intensa.

Quais tratamentos podem ser indicados?

O tratamento depende do tipo de mancha, da intensidade da acne e das características individuais de cada paciente.

Entre as opções mais utilizadas estão:

 

Skincare personalizado.

Ativos como:

• retinoides;
• ácido azelaico;
• vitamina C;
• ácido tranexâmico;
• niacinamida;
• hidroquinona (em casos selecionados).

 

Lasers dermatológicos

Tecnologias modernas permitem tratar tanto pigmentação quanto vermelhidão residual.

Na Clínica Thá, lasers como o Fotona podem ser indicados conforme avaliação médica, promovendo renovação da pele e melhora gradual da uniformidade do tom.

Segundo o Dr. Gustavo Thá, dermatologista da clinica Thá, professor da residência em dermatologia, coordenador do ambulatório de cicatrizes e palestrante sobre o tema:

“Os lasers representam uma ferramenta importante porque conseguimos atuar de forma direcionada, estimulando a renovação cutânea e tratando diferentes tipos de manchas de acordo com sua origem.”

Se você deseja entender qual o melhor momento para começar, o primeiro passo é uma consulta
especializada.

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